12 Anos, 16 Comunidades, 21 Mil 267 Vidas Impactadas.

O CDI Promove a inclusão social, utilizando a tecnologia da informação e comunicação como ferramenta para o exercício da cidadania. A tecnologia é um dos mais poderosos catalisadores de mudança social na atualidade, mas tecnologia por si só, é apenas um instrumento. O verdadeiro desafio é tornar a tecnologia relevante e útil no contexto das populações socialmente excluídas.

terça-feira

Dados da Rede CDI

Missão

Promover a inclusão social, utilizando a tecnologia da informação e comunicação como ferramenta para o exercício da cidadania


Números da Rede CDI

Rede CDI, presente em 21 estados brasileiros e outros nove países:

- 753 Escolas de Informática e Cidadania, com 1.464 educadores.
- Mais de um milhão de capacitações em 14 anos
- Acesso à tecnologia também para a comunidade ? 130 mil pessoas em 2009


Modelo da Rede CDI

Metodologia educacional própria, que visa a dois obetivos:
Qualificação técnica no uso das TICs
Promoção de cidadania, para fomentar a formação de agentes de transformação nas comunidades.

Modelo de replicação baseado na parceria com organizações comunitárias bem estabelecidas e respeitadas em seu local de atuação.


Impactos

Mais de um milhão de jovens e adultos de comunidades de baixa renda capacitados pela Rede CDI nos últimos 13 anos
87% dos formados dizem que suas vidas mudaram positivamente após passagem pelo CDI, o que se traduz em voltar a estudar, encontrar um emprego etc.
Mais de duas mil pessoas de comunidades de baixa renda integradas à Rede CDI como educadores e coordenadores.

CDI/CEARÁ

24 CDI Comunidades Atuando no Ceará Presentes em 20 bairros de Fortaleza e Zona Metropolitana e em 03 Cidades do Interior do Estado. Barreira, Sobral e Solonopole .

Mais de 19.667 crianças, jovens e adultos de comunidades de baixa renda capacitados pelo CDI/Ceará nos últimos 09 anos.

Resultados anuais

46 pessoas de comunidades de baixa renda integradas ao CDI/Ceará como educadores e coordenadores da Rede CDI/Ceará
Cerca de 2.400 alunos formados na metodologia CDI/Ceará
Mais de 7.000 mil pessoas das comunidades acessando tecnologia no espaço das escolas.

Público Atendido

Crianças
Jovens, adolescentes e melhor idade
Portadores de Soro Positivo
Sistema Prisional
Menores infratores abrigados

O que São os Espaços de Inclusão Digital do CDI?

O objetivo do CDI é criar e acompanhar os CDIs Comunidade – Espaços de Informática para Cidadania, abertas em parceria com outras ONGs, Associações de Comunidades de baixa renda, Instituições Públicas e Empresas, que buscam a inclusão social.

Os CDIs Comunidade são espaços de educação não formal, auto-gerenciáveis e localizadas em comunidades economicamente desfavorecidas, que tem por objetivo

A transformação da realidade local através do aprendizado e uso da informática. Visam à formação do cidadão crítico e pleno através do uso das ferramentas de informação e comunicação. Os CDIs Comunidade desenvolvem a Proposta Político Pedagógica da Rede CDI, fundamentada na metodologia do educador Paulo Freire.
Nos CDIs Comunidades a inclusão digital vai além das aulas de informática, o que inclui:

Desenvolvimento de projetos a partir de temas de cidadania
Desenvolvimento de atividades culturais, de geração de trabalho e renda e de mobilização comunitária
Participação dos educados em eventos que promovam a conscientização sobre um mundo mais justo e igualitário.

Proposta Político Pedagógica

Ao longo de sua existência, o CDI vem desenvolvendo um trabalho pedagógico em comunidades menos favorecidas, aplicando em sua metodologia conceitos e valores de uma educação popular fortemente fundamentados na pedagogia de Paulo Freire de educação para a conscientização e a transformação social.

Desta forma, o projeto de ensino do CDI pretende desenvolver nos Educandos e Educadores habilidades voltadas para o manuseio de software, tendo como objetivo a sua utilização de forma empreendedora para o desenvolvimento pessoal e comunitário. A idéia é que, apropriando-se destes novos conhecimentos e ferramentas, Educadores e Educandos possam proceder a uma releitura de sua visão de mundo e redirecionar sua própria trajetória operando mudanças em sua realidade.

Em todos os momentos do projeto a ferramenta computacional em questão (editor de textos, planilha eletrônica, gerenciador de banco de dados, etc.) é usada como apoio: no diagnóstico para elaborar entrevistas, questionários e relatos das observações; na problematização para organizar as hipóteses levantadas pelo grupo, na pesquisa e interação com outras pessoas ou grupos, na organização e síntese das informações pesquisadas e na construção de produtos necessários ao projeto. A ação final de um projeto pode ser tudo que a criatividade e a necessidade do grupo for capaz de pensar: um jornal comunitário, um projeto de autogestão e sustentação de uma área de lazer na comunidade, planilha de calculo de engorda de peixes em tanque, construção de um Banco de Dados de empregabilidade para o cadastro de pessoas da comunidade e suas formações e ofícios, cartas às autoridades, uma página ou um blog na Internet sobre a comunidade, etc. Neste contexto, o grupo se apropria da tecnologia de forma ativa e criativa, decidindo quando, como e para que utilizá-la.

A informática é um meio para este processo, no qual o sujeito é a própria comunidade. É a informática a favor da transformação social.

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